terça-feira, 6 de março de 2012

Lembrar de Deus

Dia desses, em um delicioso devocional em grupo com meus queridos amigos mais chegados que irmãos compartilhamos a questão da adoração que agrada a Deus, falando sobre um breve resumo da obra de Gary Thomas quando ele reflete em seu livro "Sacred Pathways" [Caminhos sagrados] (apud. Warren, Rick)
"Se Deus propositadamente nos fez todos diferentes, por que deveríamos todos amar a Deus da mesma forma?"
Um dos nossos amigos compartilhou conosco o seguinte:
"A minha chefe possui a imagem de gesso de uma santa lá no escritório. E em algumas conversas informais ela me disse o seguinte: 'Eu não idolatro a santa, não oro para ela. A imagem de gesso que tá aí... mas é que quando eu olho pra ela, eu me lembro de Deus.' "
Fiquei com isso em meu coração o final de semana todo pensando "alguém pode então estar diante de uma imagem de gesso e não se curvar a ela? E mesmo assim aquela situação leva-la a pensar em Deus?"

Hoje, no final do dia, senti em meu coração a resposta para essas minhas questões... está claro para mim o que está escrito nas escrituras, onde Deus deixa claro ao seu povo para que não façam imagens para si e nem se prostrem diante deles e muito menos lhes prestem culto (Êxodo 20).

Entendi, que a questão é que não precisamos da imagem para nos lembrar de Deus, ou pensar Nele. Devemos sim pensar Nele olhando para uma imagem tanto quanto pensamos Nele ao olhar para a natureza, para a vida, para o poder restaurador do perdão. Quando enxergamos a amizade, o sorriso de uma criança, a alegria de conquistar algo, a satisfação de fazer por alguém o que é necessário, ao desfrutarmos das coisas boas da vida.

A questão é que não devemos depender de uma imagem, um objeto, de uma reunião, de uma ordem ou de um ritual para lembrarmos Dele. Precisamos lembrarmos Dele enquanto vivemos, enquanto respiramos!

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